Projectos seleccionados para o programa SAPO Summerbits

Antes de mais a equipa SAPO Summerbits deseja expressar publicamente o seu mais profundo agrado pela receptividade deste projecto junto de todos vós. Gostaríamos ainda de  agradecer o trabalho de todos os que se candidataram ao programa. Os curriculum vitae dos  candidatos são invejáveis assim como as ideias submetidas. Foram recebidas 25  candidaturas e o que conquistaram com este esforço é uma ou mais reedições do SAPO  Summerbits, quem sabe até com novidades interessantes.

Várias entidades disponíveis para acolher alunos no âmbito do programa SAPO Summerbits

Várias entidades/indivíduos estão à procura de alunos para o programa SAPO Summerbits

Se és um aluno entusiasmado por programação, dá uma espreitadela às regras do programa e investiga as ideias que têm para te oferecer:

http://softwarelivre.sapo.pt/geral/wiki/SummerbitsOrientadores2008

Se  não te agradarem, podes sempre sugerir as tuas próprias ideias.

Escola Secundária Artística Soares dos Reis procura alunos para o programa SAPO Summerbits

Estão disponíveis as propostas para o SAPO Summerbits da E.S.A. Soares dos Reis no portal http://amadeu.essr.net, opção "Sapo Summerbits" no menú à esquerda.

Os tópicos das propostas são:
1. Desenvolvimento de um módulo de exportação de dados para o Ministério da Educação
2. Desenvolvimento de duas interfaces Web para um sistema tipo POS
3. Gestão de impressão em rede

PHP Summer School

O ano passado decorreu a primeira Edição do PHP Summer School, uma escola de formação avançada de PHP e Linux. Este ano decorre uma nova edição com algumas novidades em relação ao ano anterior.

O "PHP Summer School" pretende ser um canal privilegiado de formação avançada de PHP e Linux, onde os candidatos interessados em desenvolver competências nesta linguagem são imersos num ambiente dinâmico de aprendizagem. Os conhecimentos adquiridos podem ser aplicados de forma profissional nos vários sectores de actividade. 

Comunicado de Imprensa: "SAPO ganha asas com o programa Summerbits"

O SAPO e a Associação Ensino Livre lançam hoje dia 8 de Julho o programa SAPO Summerbits. Neste programa são oferecidas bolsas a estudantes, de todos os graus de ensino ou proveniências (maiores de 18 anos e com vínculo a Escola/Universidade Portuguesa), para que desenvolvam código para projectos de Software Livre, já existentes ou completamente novos. As ideias com maior impacto tecnológico e social serão financiadas com 2500€ ao longo de três meses.

A ambição do SAPO Summerbits é, acima de tudo, o de se tornar um programa de referência no meio académico e junto das diversas comunidades de software livre que fervilham por todo o país, mostrando simultaneamente ao mundo toda a capacidade criativa dos nossos estudantes.

Na 1ª Edição serão financiados até 10 projectos. As candidaturas são feitas electronicamente pelos orientadores que vão acompanhar o aluno ao longo dos três meses e estarão abertas até dia 19 de Julho de 2008. Para mais informações visite a página oficial do projecto.

A Organização,
Associação Ensino Livre
SAPO

Com o apoio,
Associação Nacional de Software Livre.

Quantum GIS (QGIS) - Sistema de informação geográfica livre e simplificado

QGIS


QGIS Captura ecra

O Quantum GIS (QGIS) é um sistema livre de informação geográfica (SIG) multi-plataforma que suporta formatos vectoriais, "raster", e de bases de dados. O QGIS permite procurar, editar e criar formatos ESRI shapefiles, dados espaciais em PostgreSQL/PostGIS, vectores e rasters GRASS, ou ainda GeoTiff. O QGIS suporta ainda extensões e acesso a módulos do GRASS, permitindo visualizar mapas do GRASS em simultâneo com dados SIG noutros formatos.

Discuta aqui.

Plataformas suportadas: Sítio web da aplicação:
Windows Mac OS Linux Unix http://qgis.org

GRASS - Sistema de Informação Geográfica Livre

GRASS


  GRASS Captura ecra

O programa de suporte à análise de recursos geográficos GRASS (do inglês, Geographic Resources Analysis Support) é um sistema de informação geográfica (SIG) usado na gestão e análise de dados geoespaciais, processamento de imagem, produção de gráficos/mapas, modelação e visualização espacial. O GRASS é actualmente usado em muitos ambientes académicos e empresariais um pouco por todo o mundo, bem como por agências governamentais e empresas de consultoria ambiental. O GRASS é um projecto oficial da "Open Source Geospatial Foundation".

Discuta aqui.

Plataformas suportadas: Sítio web da aplicação:
Windows Mac OS Linux Unix http://grass.osgeo.org/

Serviço de validação online do formato Open Document Format (ODF)

Uma pequena nota para chamar a atenção para o lançamento de mais um serviço online de validação de ficheiros em formato Open Document Format (ODF) ODF Validator 1.0, um dos formatos recomendados pela Associação Ensino Livre no seu Manifesto e Guia de Aplicação de standards abertos no sistema de ensino.

Maior Universidade do Uruguai adopta standards abertos

A Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de princípios relativamente à adopção de standards abertos no sistema de ensino e respectivo guia de aplicação.

A iniciativa foi inspirada na adopção de standards abertos em Universidades da vizinha Espanha.
É com agrado que se verifica um pouco por todo o mundo uma preocupação crescente com esta temática, que tarda a chegar a Portugal. Desta vez chega-nos a notícia da adopção de standards abertos na maior Universidade do Uruguai (América do Sul) - "Universidad de la República", uma Universidade com cerca de 80 000 alunos.

De acordo com informação publicada no sítio web da Universidade, o Conselho Directivo aprovou a adopção do documento "Standards em formatos de arquivos de informática", apresentado pela Comissão Sectorial de Desenvolvimento Informático, que recomenda a utilização dos standards abertos ODF e PDF para a criação, armazemaneto e intercâmbio de documentos na Universidade e na sua relação com o resto da sociedade.

A Universidade estabeleceu um prazo máximo de 6 meses para a implementação da resolução, isto é, para que todo o intercâmbio e publicação de documentos digitais, internamente à Universidade ou nas comunicações públicas, se realize de acordo com o documento aprovado. É de salutar ainda a preocupação com a migração dos documentos actuais para os formatos propostos, uma tarefa que caberá a uma comissão específica nomeada por cada um dos serviços da Universidade.

Primeiro mestrado em Open Source Software em Portugal

O Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em parceria com a Universidade Aberta da Catalunha viram recentemente aprovado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o primeiro mestrado em Open Source Software em Portugal (MOSS).

O plano de estudos inclui disciplinas que tratam de temáticas como: introdução ao software open source; sistemas operativos open source; desenvolvimento de software em ambientes open source; redes de computadores em ambientes open source; bases de dados em ambientes open source; desenvolvimento de aplicações web; segurança de computadores; modelos de negócio e questões económicas do software open source; etc.

De acordo com a Comissão Coordenadora, "A pressão do mercado em busca de profissionais com fortes competências em Open Source / Free software, justifica uma oferta de um mestrado que, não perdendo o objectivo de dotar os alunos de fortes bases teóricas, possa fornecer competências práticas e conhecimento da realidade F/LOSS."

O mestrado decorrerá em regime de blended-learning exigindo a presença no ISCTE em apenas dois dias por mês. Para mais informações sobre o mestrado, visite a página do MOSS.

Lançamento do Guia de Aplicação de Standards Abertos no Sistema de Ensino

Dados a fluirem - abstracto
Consulte o guia de aplicação em formato PDF

No dia 12 de Maio, a Associação Ensino Livre anunciou em comunicado de imprensa o Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino, onde foram expostos princípios basilares sobre a utilização de standards abertos em ambiente educativo, porventura aplicáveis a outros sectores de interesse público.

Como forma de orientar professores, alunos, administradores, etc., de todos os graus de ensino, na aplicação dos princípios constantes do Manifesto, publica-se agora um guia detalhado onde constam informações sobre os standards abertos recomendados e as várias implementações de referência. É dada relevância especial aos standards abertos que dizem respeito a formatos de documentos de escritório, como é o caso do ODF e do PDF, sendo ainda incluídas informações sumárias sobre standards web.À medida que forem evoluindo as circunstâncias e se for recebendo sugestões por parte dos utilizadores relativamente a outro tipo de necessidades de intercâmbio ou armazenamento de informação, serão adicionados outros formatos ao guia.

O porquê de software livre nas escolas, um artigo na primeira pessoa

O Professor Sérgio Ramos traz-nos mais uma vez um artigo de destaque sobre o porquê da utilização de software livre nas escolas, que passamos em seguida a reproduzir. O artigo pode também ser consultado no Sítio Livre. Este professor este envolvido na migração para sistemas livres da Escola Secundária Dr. Mário Sacramento a que fizemos referência num artigo anterior.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

Consulte o press release em formato PDF

Consulte o texto do manifesto em formato PDF

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino"  com os seguintes objectivos gerais:

  • potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
  • garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
  • garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
  • fomentar a literacia tecnológica;
  • reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de
    informação;
  • tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Workshops e Cursos Audiência Zero com recurso a software livre

Entre Maio e Julho, e sempre aos fins-de-semana, a Audiência Zero vai organizar dez workshops em áreas criativas e tecnológicas que envolvem, quase sempre, Software Livre. Como sempre o programa contempla repetições e novas apostas das quais destacamos o workshop de Ubuntu e Flex. No âmbito da parceria entre a Associação Ensino Livre e a Audiência Zero, será ainda dada continuidade ao Workshop Online de Joomla.

  • Workshop de Ubuntu / Linux
  • Workshop de Modelação em Blender
  • Workshop de Tratamento Fotografia Digital
  • Workshop de Áudio Livre
  • Workshop de Processing
  • Workshop de Flex
  • Workshop de Openframeworks
  • Workshop Online de Joomla! (org. AZ e Ensino Livre)

Todas estas iniciativas, que contam com o apoio da Câmara de Matosinhos, do Porto Digital e do Programa Juventude em Acção, terão lugar na Galeria Arménio Losa em S. Mamede de Infesta, concelho de Matosinhos.

Além dos workshops que envolvem software livre, existem outros workshops ligados à área criativa que poderão ser de interesse: Workshop de Escrita Criativa; Workshop de Stop Motion; Workshop de Sensores

O valor de cada uma destas iniciativas continua a ser muito acessível situando-se entre os 25 e 30 euros. Para informações e inscrições existe um site dedicado ao projecto http://www.audienciazero.org/cct

Além dos tradicionais workshops que se realizam desde Junho de 2007 a Audiência Zero dispõe agora de cursos, iniciativas de maior duração que têm lugar à semana, em horário pós-laboral. O arranque deste formato faz-se com a marcação de dois cursos.

  • Curso de Fotografia Digital
  • Curso de Animação em Blender
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